quarta-feira, 25 de junho de 2008

Boas Férias!!!!!

Bom, boas férias a todos e aguardem notícias. Termino o texto e vou mandando por e-mail.
Trabalhem durante as férias, por favor.
Beijos!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Das falas...

Pois bem, pra resolver qualquer polêmica que surja sem que eu saiba:
Dividi as falas dos personagens de acordo com o que me pareceu interessante no momento e, claro, baseado em impressões que eu tenho a respeito desse ator ou daquela atriz. A idéia é fazer com que todos passem por diferentes personagens para que se exercitem de forma versátil e sejam apresentados ao público logo ao início da peça. É importante garantir um bom processo a todos.
Qualquer contrariedade, me mandem por e-mail, a gente conversa numa boa e, precisando, ajeita-se. Eu estou aqui para ajudar e montar uma boa peça de forma feliz, sem oba oba, mas feliz, ok?
Passei as cenas (cerca de 30 segundos) que havíamos trabalhado na semana passada, marquei um pouco adiante e, depois, demarcamos e dividimos as falas de acordo com as cenas.
Peguei os e-mails de todos os que lá estavam para que pudesse mandar o texto feito até aqui. Quem faltou, por favor, me passe pra que eu mande também.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Começamos a dividir os papéis e marcar os objetivos dos personagens

Começamos a dividir os papéis e marcar os objetivos dos personagens nas cenas.
Na real foi só isso. Sentamos e conversamos muito sobre as cenas.
Daqui pra frente é só produção.

domingo, 1 de junho de 2008

Só pra constar

Quem quizer ver, esse é o link do trailer do curta que eu fiz.

http://www.youtube.com/watch?v=3GqmTgFh6JM

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Ensaio

Bom, não serei tão atencioso, dessa vez, pois perdi boa parte do tempo escrevendo o texto. Mas, creio, temos uma boa sujestão de começo para a peça. Mandei-a por e-mail para o Douglas, por isso, cobrem dele, ou me peçam por e-mail (sonetopochete@gmail.com).

Fomos direto para as cenas, pedi a chegada ao Manicômio para dois grupos e, depois, começamos a ensaiar de fato, atentando para os elementos que já levantamos da peça e das personagens.
A chegada foi mais interessante na medida em que observávamos, na prática, detalhes e elementos que nos ajudavam a construir melhor a cena.
Trabalhamos a chegada do Casal, dos cegos e, no fim, a briga do 1o cego e do Ladrão.


Destacamos a importância do ritmo interno do ladrão que usa do diálogo para encontrar o 1o e bater-lhe o quanto puder. Para tal, fizemos o exercício do Rato, proposto pelo Tio Stanis. Assim como a pressa da mulher em conhecer o local, a solidão do médico, sua "quadradice" ao mandá-la voltar, a descoberta do "onde" pelos cegos, etc...

A partir daí, fiz um levantamento das cenas e escrevi no texto uma boa forma, creio, de começar e desenvolver toda a peça até o final do manicômio.

Abraços!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Continuando...



Bom, perdão a demora, mas a vida me chamou e tive que atender.
Voltando... Fechamos o objetivo da Rapariga e discutimos a relação que o espectador terá com a peça.
Idéia. No início, fora do teatro ainda, todo o elenco está misturado às peesoas que irão assistir a peça. Distribuem-se, junto com o ingresso (ou o próprio ingresso pode ser assim) óculos de papel branco sem os quais não se poderá entrar. De lá, uma corda conduzirá o público, com luzes apontadas para seus olhos, até a sala do espetáculo. Dentro da sala haverá muita fumaça e luzes viradas para a platéia de modo a cegá-los todos. Toda a platéia está cercada por uma rotunda branca que permite fazermos sombras chinesas. As cadeiras serão enumeradas e cada um, cego, deverá ir até a sua. Isso facilita que o elenco esteja misturado a eles, pois os lugares dos atores estarão garantidos.
Depois de todos acomodados, de sopetão, solta-se a gravação: "O governo ..."
Após a gravação, iniciamos a peça.

De que parte?

Sujestão: Da chegada ao manicômio, quando o médico diz: "As intruções são muito claras, estamos isolados..." Até a morte do ladrão.

Daí fazemos um flash back, sob pretexto do jogo sugerido pelo Velho da venda preta, contando como foi que todos cegaram (aqui, com os exercícios de narração que já fizemos).

Seria interessante que a peça fosse itinerante. Ou seja, que o público pudesse andar por mais de um ambiente. Se conseguíssemos isso, a saída dessa primeira sala seria, por exemplo, após o incêncdio. Quando todos assumissem o ponto de vista da Mulher do Médico e, saindo do teatro (sala) veriam a cidade em um caos absoluto. Com todos os atores circulando perdidos lá "fora".

Improvizamos os flash backs, e tivemos muita dificuldade em nos ouvir e ensaiar um esboço do início. Muitas discussões e poucas ações. Depois, melhorou, e ensaiamos duas vezes. Pode ser que funcione.

Que é que acham?